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Segunda-feira, 18 de Maio 2026
Relator do Novo Marco Legal do Saneamento Básico, Geninho Zuliani reafirma necessidade de privatização da Sabesp
Política

Relator do Novo Marco Legal do Saneamento Básico, Geninho Zuliani reafirma necessidade de privatização da Sabesp

Secretário-geral do União Brasil foi parabenizado pessoalmente pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, por artigo sobre o tema  

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Olímpia (SP), 12 de março- O Estado de São Paulo segue muito próximo a consolidar uma proposta de privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Sob a liderança do governador Tarcísio de Freitas, a privatização é defendida como um passo fundamental rumo à eficiência na prestação desse serviço prioritário.  

Geninho Zuliani, secretário-geral do União Brasil em São Paulo e relator do Novo Marco Legal do Saneamento Básico, é apoiador da proposta e destacou a importância dessa medida escrevendo artigo de opinião publicado nesta terça-feira, dia 12/3, pelo jornal Diário da Região, o principal veículo impresso da região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

"A privatização proposta chega com a oportunidade de ser um novo marco. A atual legislação promove a abertura do mercado, estimulando a participação do setor privado, e estabelece metas ambiciosas para garantir acesso universal à água potável e saneamento”, afirma Geninho.  

A relevância do texto foi reforçada quando o próprio governador Tarcísio de Freitas fez questão de ligar pessoalmente para Geninho para parabenizá-lo por ter abordado o tema.  

Dados do IBGE mostram que houve um crescimento gradual no acesso aos serviços de saneamento no Brasil e a privatização proposta apresenta uma oportunidade para ser um catalisador nesse processo de transformação.

“O Brasil testemunhou uma transformação significativa no setor de saneamento básico desde a implementação do Novo Marco Legal. Essa mudança é fundamental para superar desafios históricos e garantir acesso universal a serviços essenciais, como água potável e saneamento”, completa Geninho.  

O novo cenário demanda medidas eficazes, e a desestatização é uma estratégia que pode acelerar os investimentos necessários para aprimorar a infraestrutura de saneamento em São Paulo.  

O que a proposta defende

Os números expressivos apresentados no novo contrato de concessão evidenciam o compromisso com a universalização dos serviços de saneamento. Serão duas etapas: aquisição da empresa estatal e concessão dos serviços à gestão privada por 35 anos. A empresa vencedora do leilão terá que investir R$ 68 bilhões até 2029 e outros R$ 260 bilhões ao longo da concessão. Investimentos essenciais para alcançar as metas estabelecidas no novo marco legal, assegurando que no, mínimo, 99% da população tenha acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto.

“A privatização da empresa não é apenas uma mudança de gestão, mas uma estratégia ousada para enfrentar desafios históricos e promover um padrão mais equitativo de acesso a serviços essenciais, abrindo portas para uma São Paulo mais sustentável, inclusiva e próspera”, finaliza.

FONTE/CRÉDITOS: Comunic Comunicação Estratégica
Olímpia Minha Cidade

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